<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-25207342</id><updated>2011-07-29T00:22:16.515-07:00</updated><title type='text'>teste_oextase</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oextasebeta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25207342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oextasebeta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>oextase</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25207342.post-114489250058122951</id><published>2006-04-12T18:35:00.000-07:00</published><updated>2006-04-12T18:45:19.516-07:00</updated><title type='text'>Capitulo 2 – 15 ) Rápido acabe com isso...</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com pisadas curtas, mas seguras, tendo as laminas batendo firme a sua frente &lt;br /&gt;penetrava na mata o vaqueiro. O facão preso por mãos grossas ásperas do trabalho &lt;br /&gt;duro, não deixava o punho sair voando sozinho. O caminho era aberto não com a &lt;br /&gt;velocidade da ansiedade, mas na velocidade das pesadas pancadas nos matos altos. &lt;br /&gt;Mantendo os olhos atentos os peões iam em fila na busca da solução. Queriam &lt;br /&gt;andar mais rápido já que as batidas cardíacas estavam bem aceleradas, mas o &lt;br /&gt;cuidado com o mato alto, lugar de cobras, de animais sem razão que atacam pelo &lt;br /&gt;instinto, em resposta ao medo que sentem. Agora faltava pouco. Um brilho. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;:-Que brilho é esse? – alguém gritou.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que estavam ali do lado de fora aguardando por noticias, se viram atraídos &lt;br /&gt;pelos gritos. Uma pergunta logo subiu a mente, deixando transparecer nos olhos. &lt;br /&gt;Um barulho? Mas estamos no mato que estória de brilho é essa? Mas por outro lado &lt;br /&gt;às perguntas sem respostas traziam o desejo à solução e que fosse rápida. Já &lt;br /&gt;havia até os que achavam que os homens os quais devotaram a vida toda naquele &lt;br /&gt;lugar lidando com penetrações a mata até mais intensa, não sabiam o estavam &lt;br /&gt;fazendo. Os questionamentos envolviam a falta de cultura, a falta de resposta, &lt;br /&gt;uma solução instantânea., assim a ansiedade ficava como juiz da situação e &lt;br /&gt;sentenciava homens habilitados a meros corajosos, coisa comum. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;Anita apertava as mãos, os olhos fixos sem deixar se quer que o vento a &lt;br /&gt;desviasse da trilha formada a sua frente. Joana com a sua ansiedade chegava a &lt;br /&gt;dar alguns pulinhos e batia palmas na busca da resposta ao seu questionamento.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Ora o professor Alfredo um homem mais experimentado buscava demonstrar uma &lt;br /&gt;frieza no agir, numa forte tentativa de ser o porto seguro, mas a calça cumprida &lt;br /&gt;tampava as tremedeiras das pernas que nada mais eram que o desejo agitado de uma &lt;br /&gt;resposta. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;Os irmãos calados de mãos dadas mantinham os olhos fixos na trilha. Numa &lt;br /&gt;descrição grosseira e rápida todos estavam com os olhos fixos naquela trilha . &lt;br /&gt;As orelhas pareciam até bem maiores como a um sonar em busca de sons , na &lt;br /&gt;verdade em buscas de certezas e término dos medos que ora afloravam, ora saiam &lt;br /&gt;pelos pólos como gotas frias de suor.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;-Há algo aqui soou o grito de novo....&lt;br&gt;&lt;br /&gt;:-É o Garoto...-A resposta em forma de pergunta veio no sentido contrario.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Leps!laps!toc!max!max! eram os barulhos que invadiam a fazenda, nada mais que &lt;br /&gt;movimento dos facões cortando os matos, e das fortes botas que os esmagavam para &lt;br /&gt;que a trilha surgissem. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;:- Há uma saída aqui! Estamos chegando nela...&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:- Meu Deus que demora! ..Assim brotava no peito de Anita .&lt;br&gt;&lt;br /&gt;:- Espera aí que vou e volto.... A tortura da espera mexeu com a bexiga de Joana &lt;br /&gt;que não teve como conter a sua urina... Saiu correndo, esqueceu os ensinamentos &lt;br /&gt;da mãe, as regras de boa conduta, o perigo de estar sendo vista., mas passou &lt;br /&gt;pela porta do galpão mais próximo desfez o cinto desceu a calça e agachando-se &lt;br /&gt;deixou ali uma poça. Com a mesma ansiedade e nervosismo retornou para sua &lt;br /&gt;posição anterior. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;A cozinheira mulher experiente, de muita fé deixava o pedaço de fumo percorrer a &lt;br /&gt;boca de um lado para o outro. Seu semblante sereno, olhos um pouco caídos pela &lt;br /&gt;idade, uma expressão tranqüila, cusparada as suas tensões na moita de capim mais &lt;br /&gt;próximo. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;:- Aqui! Aqui!...&lt;br&gt;&lt;br /&gt;:- Aqui o que ? Aqui o quê? Vamos digam...&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;O Professor Jardel pegou as mãos da Marcelina e saíram em direção a todos os &lt;br /&gt;demais que estavam ali como em uma arquibancada de jogos na expectativa do &lt;br /&gt;resultado ou da vitória.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25207342-114489250058122951?l=oextasebeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oextasebeta.blogspot.com/feeds/114489250058122951/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25207342&amp;postID=114489250058122951' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25207342/posts/default/114489250058122951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25207342/posts/default/114489250058122951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oextasebeta.blogspot.com/2006/04/capitulo-2-15-rpido-acabe-com-isso_12.html' title='&lt;h4&gt;&lt;b&gt;&lt;center&gt;Capitulo 2 – 15 ) Rápido acabe com isso...&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;'/><author><name>oextase</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25207342.post-114424211659694600</id><published>2006-04-05T06:00:00.000-07:00</published><updated>2006-04-07T17:48:36.680-07:00</updated><title type='text'>Capítulo 2-16 )Enfim o Canal...</title><content type='html'>O mato batendo no rosto, o facão esmorecendo em sua função. A força do desejo embalava a marcha na direção de desvendar toda a ansiedade. A porta do canal mostra a sua face. Ufá! Foi uma expressão interior que brotou subitamente nas mentes de todos. Uma recompensa ao esforço. Mas roubava a resposta da invasão, desviaram para o cansaço as expectativas de encontrar o jovem rapaz. O suor banhava os questionamentos regando o desanimo e alimentando o desejo de parar. O sol com seus raios mesmo de quase fim de tarde não paravam de castigar, como chicotes de couro cru fazendo as costas arderem com o pousar de seus brilhos. Os braços firmes como pedaços de pedras ultrapassavam as densas folhagens de capim, empurrando para o lado expondo-as a lamina do facão que não esperava muito para chegar sobre eles colocando-os no chão. Os corações em ritmos acelerados dominavam os olhos como binóculo. A agonia descia com dificuldades as gargantas que já ressecadas buscavam por salivas. Os sorrisos das crianças levantavam uma certeza em meio a questionamentos.&lt;br /&gt;:-Mas de que estão sorrindo essas crianças? Que alegria é essa que as leva a sorrir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhava-os com as interrogações nos olhos, mas Anita se entristecia por não conseguir uma resposta melhor para a sua falta de alegria. Tudo era tão estranho, sua cabeça estava na risca da justiça, não conseguia esquecer as recomendações do juiz quando ela se propôs a ficar com a guarda deles enquanto o pai não seja encontrado e a mãe saia do hospital.&lt;br /&gt;No centro da cidade em uma das salas da casa, o senhor Jéferson repassava os manuscritos os mesmos que o levara a invocar e pactuar . O seu coração temeroso, se escondia entre calafrios . Uma decisão difícil o cercava. Tinha que repassar as regras às normas, tudo em fim para descobrir uma maneira de se livrar daquela força maligna que demonstrava uma certa fraqueza quanto ao Jovem Samuel.&lt;br /&gt;:- Como vou ter poder se ele não consegue superar o menino? Que poder é esse? Deve ser por que ele é o subalterno, se fosse o chefe provavelmente conseguiria derrotá-lo. Num canto do peito surge uma pergunta:-&lt;br /&gt;:-Mas se ele também não o fizer? Estarei do lado errado! Fiz tudo para ter poder governar o mundo, ser mais jovem, e ...&lt;br /&gt;Rapidamente os seus neurônios foram ativados para negar qualquer duvida, claro que não poderia passar de uma dúvida. Ria sozinho ali naquele ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os braços esticados, as mãos fechadas, alguma coisa presa em uma delas, o corpo deitado talvez adormecido quem sabe? Assim a cabeça do pião respondeu as perguntas das visões que chegaram. Agora faltava pouco para chegar ao rapaz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25207342-114424211659694600?l=oextasebeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oextasebeta.blogspot.com/feeds/114424211659694600/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25207342&amp;postID=114424211659694600' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25207342/posts/default/114424211659694600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25207342/posts/default/114424211659694600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oextasebeta.blogspot.com/2006/04/captulo-2-16-enfim-o-canal_05.html' title='Capítulo 2-16 )Enfim o Canal...'/><author><name>oextase</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
